A empresa
Padaria Princesa foi fundada no ano de 1964, por Albino
Robe e sua esposa Zilá Crochemore Robe, a idéia
inicial era a panificação e o comércio
de gêneros alimentícios.
Como o casal era oriundo da região colonial de Pelotas,
Albino sabia da necessidade do povo da região da
colônia de obter os produtos da cidade, e percebeu
a grande oportunidade de aumentar as suas vendas.
Em seguida, com ajuda do filho Lélio, Albino começaria
o reparte de pão para a colônia pelotense.
O transporte era feito de charrete, já que na época
os recursos eram escassos. Lélio, por sua vez, percebia
que os colonos necessitavam de outros produtos, e agregou
à venda dos pães, a mortadela e o fumo.
O negócio prosperava, Albino então conseguia
comprar a primeira camioneta, que agilizaria o serviço
em tempo e produção já que Lélio
também era padeiro.Em 1974, Albino faleceu.
Lélio assume os negócios do pai e de forma
empreendedora, investe na produção de massas
secas e biscoitos.
Em 04 de dezembro de 1979, a empresa que era uma simples
padaria transformou-se em indústria, passando a se
chamar Princesa Indústria e Comércio de Alimentos
Ltda, conforme registro dos sócios Lélio José
Robe, (80% do capital) e sua esposa Enilda Harter Hobe (20%
do capital) na Junta Comercial do Estado.
Nas décadas de 80 e 90 a empresa ganhava terreno
em todas as cidades da metade sul, mas principalmente em
Pelotas, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Canguçu
e São Lourenço do Sul. Nesta época
a empresa entra no mercado de massas frescas, que são
as massas para pastéis e lasanha, e que até
os dias de hoje são os que melhor representam financeiramente
para empresa em termos de custo de produção
e lucratividade. Neste período a empresa ganha sangue
novo, pois os filhos do casal (quatro), começam também
a dar a sua contribuição para a empresa desenvolvendo
tarefas determinadas pelo seu pai diretor geral.
No ano de 2002, a empresa realiza seu maior empreendimento,
a fabricação de vários modelos de pães,
cucas e salgados congelados.Esta inovação
permitiu com que pequenos, médios e grandes comércios
se tornassem competitivos o suficiente para concorrer com
as padarias de igual para igual.